Crítica – Fábio Kaida entusiasma público e é aplaudido de pé

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Crítica – Fábio Kaida entusiasma público e é aplaudido de pé

Fábio Kaida fez um belo show no Sesc Morada dos Baís. (Foto: Aurélio Vinícius)

O penúltimo show musical do ano do Sesc Morada dos Baís mostrou que a alma latina está nos corações dos campo-grandenses. O harpista Fábio Kaida fez um show emocionante com sua banda e ele e os músicos lembraram clássicos da música latina americana, passando pelo Paraguai principalmente, canções da Argentina e Chile. Uma viagem para de duas horas e com direito a pedidos do publicou que mais uma vez lotou as dependências do local que já virou o palco principal de apresentações musicais em Campo Grande.

As guarânias, chamamés e polcas deram o ritmo do show de Fábio Kaida, mostrando mais uma vez que ele realmente é considerado um dos melhores harpistas do país. Estava tranquilo e feliz que resolveu não seguir a ordem programada de seu show e preferiu atender os vários pedidos musicais da plateia. Até mesmo uma brincadeira foi feita, já que logo de inicio pediram uma das mais tradicionais canções: Pajaro Campana. No entanto ele avisou que se tocasse essa canção de imediato, acabaria o show pois sempre é a mais espera por todos.

Acompanhado por três músicos – violões e bateria, o artista gradativamente tocou com sua harpa belas canções como Paloma Branca, Galopera, Lucerito Alba entre outras. Com o passar do tempo Fábio foi fazendo essa viagem pelos países e conseguindo conquistar a todos. E sem intervalo, mas com constantes explicações em cada canção que tocava, o artista sentiu-se a vontade e até mesmo mesclou alguns clássicos de outros ritmos, como Yesterday (Beatles) para surpresa de todos.

Com sua harpa de 37 cordas, contou um pouco de sua história musical e apresentações com vários artistas de âmbito nacional como Bruno e Marrone, Almir Sater, Grupo Tradição, Michel Teló, Trio Violada, João Bosco e Vinicius entre outros. Tocou uma canção de quem disse que era seu grande ídolo: Milionário, da dupla que fazia com José Rico. Assim após praticamente duas horas encerrou com as mais tradicionais canções paraguaias: Galopera e Pajaro Campana. Um show que agradou muito e o público aplaudiu de pé.

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