Crítica – Carlos Colman mostra mais uma vez que é um artista diferenciado

Artes Plásticas – Mostra de 23 artistas nesta sexta-feira na Grolli Galeria
05/01/2018
Show – Mineira Joice Moreno solta sua voz nesta quinta-feira na Morada dos Baís
05/03/2018

Crítica – Carlos Colman mostra mais uma vez que é um artista diferenciado

Carlos Colman fez um show impecável na Morada dos Baís

Duke Ellington disse um dia rapidamente: “Os sábios são aqueles músicos que tocam o que eles podem dominar”. É assim que se pode ver no show de lançamento do seu novo CD “Parceria”, do cantor e compositor Carlos Colman na última sexta-feira no Sesc Morada dos Baís. O artista que é dono de um estilo inconfundível, mesclando o seu trabalho rural (sempre renovado), há anos não gravava um CD, aliás, nem mesmo queria gravar novamente e sim apenas “curtir” e passar sua música para seus inúmeros fãs desde a época do então Grupo Therra.

Apesar de toda experiência de anos, Carlos Colman, estava um pouco nervoso antes de subir ao palco. Entrou pontualmente às 20 horas no palco e até mesmo “esqueceu” de ser anunciado. Ele e sua excelente banda formada por Carlos Batera, Guilherme Castro, Maestro Elinho, Luis Henrique Ávila e Ana Paula Duarte deram o toque do som. Com isso começou a mostrar as canções inéditas do trabalho, com a bela música “Parceria”, seguindo de “Alguém Prá Me Levar”, “Somos Pais e Filhos” (fez até uma piada com relação a canção conhecida de Renato Russo “Pais e Filhos).

E sua viagem com seu som autêntico som rural prosseguiu com a chegada da sua música mais famosa “Castelânea”, onde o público cantou palavra por palavra. Aplaudiu muito um trabalho que fez há mais de 30 anos e que até hoje é cantada por todos que gostam de uma boa música. Mas essa canção como “Coração Ventania” que também cantou no show, não gostam no novo CD.

Vieram “Dia Sim”, “Enquanto Isso”, “Forró Especial”, “Dia Desses”, Paixão, Canções e Mistérios”, “`Pra Você Que Vem de Longe” (uma homenagem a todos que aqui chegam para morar e tentar a vida na Cidade Morena), e “Onde Quero Estar”. Veio a surpresa também onde Colman cantou “The Boxer”, canção de Paul Simon e Garfunkel. Prosseguiu com suas duas últimas canções: “Tambor Eletrônico” e “Como Vai Ser” deram o fim no show. Mas veio o tradicional “bis” e não teve outra: cantou novamente “Castelânea”. Vale ressaltar que teve uma participação especial do músico Anderson Rocha. Um show que passou rápido demais (1 hora e 30 min) para todos e mostrou mais uma vez que Carlos Colman sem dúvida alguma é um dos principais artistas do Mato Grosso do Sul justamente pela sua singularidade. Não imita ninguém. Tem sua identidade. Um show que merece ser mostrado em todos os cantos do país. O cara é diferenciado.

 

 

2 Comentários

  1. Alex Fraga disse:

    Grato Max Nantes.. É necessário valorizar o que temos de melhor no Estado. Abs

  2. Max Nantes disse:

    Alex Fraga, sua “critica” é, bem verdade, um relato de um momento feliz.Realmente o Carlos Colman é um artista singular. Mensagens sempre muito positivas que alimentam a alma! Que muitos mais tenham a oportunidade de conhecê-lo!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *