Show – João Bosco mostra toda sua magia musical no próximo dia 18 no Palácio

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Show – João Bosco mostra toda sua magia musical no próximo dia 18 no Palácio

João Bosco canta e toca no Palácio Popular no dia 18. (Foto: Flora Pimental)

Um show imperdível é que se pode dizer. Acontece no Palácio Popular da Cultura, no próximo dia 18 (sábado), no Palácio Popular da Cultura, a apresentação musical de João Bosco e banda, com o espetáculo “40 Anos depois”. É mais uma promoção dos incansáveis Jamelão e Pedro Silva Produções. Os ingressos já estão a venda -Setor B R$ 200,00 / meia R$ 100,00; Setores A / C / E R$ 150,00 / meia R$ 75,00; Setores D / F R$ 120,00 / meia R$ 60,00. Eles podem ser adquiridos no Stand do Shopping Campo Grande – 2º Piso, em frente Loja Riachuelo – Informação : (067) 3326 – 0105. Pela internet: www.pedrosilvapromocoes.com.br

João Bosco celebra 70 anos e 40 anos de carreira com este show.“Depois do projeto de 2012, “40 anos depois”, agora vem o disco inédito, Mano Que Zuera, mas não estou há 8 anos sem compor. Sou um autor que vem trabalhando o ineditismo, mas que também busca outras possibilidades, outras cores que as canções podem dar. São canções vigorosas de grandes autores brasileiros que considero fonte limpa onde você bebe, sacia a sua sede, e que nunca seca”, comenta João.

João Bosco sobe ao palco acompanhado de seu violão e banda, apresentando músicas inéditas do novo álbum intercaladas com sucessos do projeto “40 anos depois” com história e clássicos do seu repertório, como Memória da Pele, Desenho de Giz, Jade, Papel Machê, entre tantos outros, bem como homenagens aos músicos que influenciaram sua carreira como Milton Nascimento, Tom Jobim, Paulinho da Viola e Chico Buarque, sempre com belos arranjos e o virtuosismo que fez dele um dos mais representativos nomes da música brasileira.

No “Mano que Zuera”, a parceria Bosco-Aldir Blanc está de volta no samba “Duro na Queda”, clássica representante da nobre linhagem da dupla. Além de composições com seu filho Francisco Bosco, Arnaldo Antunes, Roque Ferreira e Moacir Santos, arranjador, compositor e maestro, autor da obra prima “Coisa nº 2”. João Bosco lança Mano que zuera em meio à homenagem da Academia Latina da Gravação: no dia 15 de novembro passado, em Las Vegas, ele recebeu o Prêmio à Excelência da Obra, parte importante das celebrações do Grammy Latino 2017.

Para começar por um de seus traços fundamentais, João Bosco é há algum tempo homem-música e homem-canção. Essa tensão entre a canção (relação irredutível entre melodia e letra) e a música (tudo o que excede essa relação) atravessa a sua obra, se manifestando com muita força. Nesse show comemorativo, o cantor, compositor e violonista mineiro intercala músicas com história e clássicos do seu repertório, como Trem Bala, Desenho de Giz, Jade, Papel Machê, entre tantos outros, bem como homenagens aos músicos que influenciaram sua carreira como Milton Nascimento, Tom Jobim, e Chico Buarque, sempre com belos arranjos e o virtuosismo que fez dele um dos mais representativos nomes da música brasileira.

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