Show – Duo AnaVitória canta no dia 9 de dezembro no ginásio Dom Bosco

Show – Capital Inicial, O Bando do Velho Jack e Jonavo neste sábado no Estoril
11/15/2018
Fotografia – “Liberto a Alma – Valorização da Mulher Negra” no Bosque dos Ipês
11/20/2018

Show – Duo AnaVitória canta no dia 9 de dezembro no ginásio Dom Bosco

Duo AnaVitória canta no dia 9 no ginásio Dom Bosco.

As meninas vão retornar. O duo AnaVitória estará no próximo dia 9 de dezembro (domingo), às 19 horas no Ginásio de Esportes Dom Bosco, com mais uma promoção de Jamelão e Pedro Silva Promoções. A nova turnê é intitulada “O Tempo é Agora” (novo álbum)e que mostra o amadurecimento dessas duas garotas que encantaram a todos nos últimos dois anos na Música Popular Brasileira.

Os ingressos já estão à venda: cadeiras numeradas na quadra, sendo no Setor A – R$ 150,00 / meia R$ 75,00; Setor B – R$ 120,00 / meia R$ 60,00. O setor de  arquibancadas é por ordem de chegada, sendo o 1º Lote – R$ 80,00 / meia R$ 40,00; 2º Lote – R$ 100,00 / meia R$ 50,00. Eles poderão ser encontrados no Stand no Shopping Campo Grande  – 2º Piso, em frente Loja Riachuelo. Pela internet: https://www.ingressodigital.com.

Lançado de surpresa no dia 3 de agosto de 2018, “O Tempo é Agora” (Universal Music) não deixa dúvidas: o duo AnaVitória entendeu exatamente como resolver a equação do segundo álbum. Em 11 faixas inéditas, fica claro o crescimento das meninas como cantoras, compositoras e personalidades artísticas. Esse último quesito, aliás, pode ser confirmado também na comédia romântica “Ana e Vitória”, que estreou nos cinemas no mesmo dia em que o disco chegou às lojas físicas e plataformas digitais.

Filme e álbum são peças complementares, mas independentes. As músicas são as mesmas, mas surgem em versões completamente diferentes em um e no outro. O álbum não é, portanto, da trilha sonora do filme. E, ao contrário do que se possa imaginar, as canções nasceram antes de o roteiro existir. Foram escritas ao longo dos dois últimos anos como reflexo do contato das artistas com as descobertas da estrada. O filme se faz valer dessas novas músicas e de alguns elementos das vidas reais de Ana Clara Caetano, 23, e Vitória Falcão, 23, para contar a história de amigas de escola que, apenas dois anos depois de juntarem as vozes e os nomes na dupla AnaVitória, voaram de Araguaína (Tocantins) para o panteão da música pop contemporânea brasileira. É tudo feito de fantasia e de realidade.

Nesses dois anos de estrada, a partir do contato com vários artistas e bandas de diferentes procedências em festivais no Brasil e na Europa, surgiu nas meninas o desejo de amadurecer o show para algo mais pop, catártico e pulsante. Sabendo que o repertório do álbum de estreia era delicado demais para alcançar esse efeito, traçaram imediatamente a missão que o futuro trabalho teria de cumprir.

Junto com Felipe Simas, empresário e mentor artístico da dupla, traçaram as referências estéticas: seguiriam a cartilha do pop produzido entre o final dos anos 1980 e o começo dos 1990 por nomes como James Blunt, Coldplay e Robbie Williams, entre outros. Passaram essas instruções ao produtor Tiago Iorc, parceiro desde o primeiro momento, que sugeriu Moogie Canazio para dividir com ele a produção musical do novo trabalho.

Vivendo nos Estados Unidos, Moogie recebeu as referências e, a partir delas, escalou um time dos sonhos para as meninas. As guitarras ficaram nas mãos de Tim Pierce, figura mítica que já gravou em discos de Michael Jackson, Avril Lavigne, Madonna, Bon Jovi, Phil Collins, Santana, Celine Dion, Bruce Springsteen e Elton John. Os baixos foram tocados por Sean Hurley, músico que acompanhou John Mayer, Lana Del Rey, Lady Antebellum, Michael Bublé, Leonard Cohen, Alanis Morissette, Colbie Caillat e Alicia Keys. A bateria ficou a cargo de Jamie Wollam, atual integrante da banda Tears for Fears. E os teclados ficaram a cargo de Roberto Pollo, músico brasileiro radicado em Los Angeles.

“ O Tempo é Agora ” foi gravado entre maio e junho de 2018 no East West Recording Studios, em Hollywood, na Califórnia. Segundo Ana, essa imersão no universo pop internacional e a atuação da banda fizeram total diferença para que o disco chegasse ao som que elas planejaram. E até a precária comunicação entre as duas cantoras e músicos, que só falavam inglês, contribuiu para esse objetivo. “Foi legal colocar os gringos pra fazer nosso som porque eles mudaram tudo o que a gente mostrou pra eles”, diz a compositora. “Músicas como ‘Trevo (Tu)’ (do álbum de estreia) e ‘Ai, Amor’ (do novo trabalho) vieram do mesmo berço e poderiam acabar caindo no mesmo lugar de arranjo acústico que já tinha funcionado tão bem no primeiro disco. A gente não queria isso. Não queríamos repetir nada, queríamos fazer um caminho diferente.” Para tanto, os violões que dominavam Anavitória, o álbum de estreia, quase desapareceram de todo em O Tempo é Agora. O instrumento só aparece em duas faixas, “Porque Eu Te Amo” e “Dói Sem Tanto”.

É notável a evolução de Ana como compositora, que assina sozinha quase metade do repertório do novo álbum: “Ai, Amor”, “Calendário”, “Preta”, “Cecília” e “Dói Sem Tanto”. As outras seis canções também são dela, dividida com diferentes parceiros. A faixa-título “O Tempo É Agora”, um dos grandes momentos do disco, é uma das raras parcerias dela com Vitória.

Com Tiago, Ana assina duas: “Porque Eu Te Amo” e “A Gente Junto”. As três restantes são divididas com seu namorado, Mike Tulio, vocalista da dupla OutroEu: “Canção de Hotel”, “Se Tudo Acaba” e “Outrória”. Essa última, cujo título sugere um casamento entre os nomes das duas duplas, ganhou participação especial da OutroEu. Além das referências internacionais, as composições refletem a admiração de Ana pelo pop brasileiro, de nomes como Skank, Nando Reis, Marisa Monte e Sandy & Junior.

Além do já citado álbum de estreia, AnaVitória (2016), a história construída pela dupla em dois anos inclui ainda alguns singles (Fica, Amores Imperfeitos e Agora é Hexa), o EP infantil Anavitória Canta para Pessoas Pequenas, Pessoas Grandes e Não Pessoas Também (2017) e o EP carnavalesco Anavitória Canta para Foliões de Bloco, Foliões de Avenida e Não Foliões Também (2018). Produzidos por nomes de universos distintos como Dudu Borges (ligado ao sertanejo), Kassin (indie-rock), Radamés Venâncio e Paul Ralphes (axé), Henrique Portugal (pop-rock) e Max de Castro (MPB), esses trabalhos todos serviram para que as meninas ganhassem vivência de estúdio e pudessem se envolver efetivamente na criação estética do novo álbum.

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *